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O ANO QUE SE INICIA

4 de janeiro de 2010

Acrescentei à minha experiência de vida, nos últimos sete anos, a experiência de pelo menos 30 vultos da humanidade, que passaram a ser os meus mentores, através daquilo que deixaram escrito. Um deles, Jim Rohn, se foi no início de dezembro, mas deixou-nos um legado extraordinário em filosofia de vida.

Lembro-me de meus tempos de adolescente em Alegre, quando procurava me relacionar com pessoas mais velhas e mais experientes a fim de compensar, talvez, a falta que me fazia um pai conselheiro. Mais de 30 anos depois, encontro em Jim Rohn algo que reforça aquela minha atitude do passado: “Amizade na proporção do crescimento pessoal correto a partir daquela amizade”.

São os efeitos do meio ambiente sobre as circunstâncias da vida. O que quero é saber como podemos viver melhor. Também não gosto de retrospectivas. O que passou, passou. Deve servir apenas como exemplo, a ser repetido ou não. Esquecer os erros é incorrer no risco de repeti-los, mas ficar ruminando-os é o mesmo que dirigir um carro em alta velocidade olhando pelo retrovisor.

Quero recorrer às lições de James (Jim) Rohn para uma reflexão sobre o ano que se inicia. E desejar, sinceramente, que todos saibam viver intensamente as estações da vida, tirando o que de melhor elas têm para oferecer e que, quando os resultados não forem os desejados, que exista força e fé para recomeçar.

O nosso verão climático apresenta-se como se fosse uma Primavera da vida. Gosto de observar as pessoas e o que percebo é que, no período entre o Natal e o Ano Novo, vivemos um outro mundo, como que idealizado. O inverno da vida sempre parece longo demais, seja porque, de fato, as coisas não andaram bem, seja porque boa parte das pessoas tende a valorizar demais as experiências ditas negativas, sem vislumbrar as lições que elas comportam.

Napoleon Hill, grande pensador da primeira metade do século passado e que influenciou, enormemente, o mundo ocidental, dizia que toda adversidade traz em si a semente de uma vantagem equivalente. O problema é que as pessoas fixam na adversidade e se esquecem de crer na semente.

Dentre os muitos ensinamentos da Bíblia, dois me acompanham muito frequentemente: primeiro, a árvore que cair para o norte, ali ficará – ora, não somos árvores; segundo, lança a semente de manhã e não retires tua mão de tarde, porque não sabes qual delas irá prosperar. É necessário semear valores sempre para que toda a humanidade possa colhê-los.

Nas próximas semanas, vou falar dos ensinamentos de Jim Rohn para cada estação da vida e espero, com isso, contribuir para que cada leitor faça suas escolhas consciente, valorizando cada experiência da vida. Tenham um ótimo ano que se inicia.

 José Caldas da Costa é jornalista, escritor, licenciado em Geografia. Contatos: caldasjornalista@gmail.com

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