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NOBEL DA PAZ: MILITAR DA FAB É INDICADO

2 de novembro de 2010

Carlinhos entrou na FAB como terceiro-sargento e criou o Pró-Menor há 25 anos

Brasileiros patriotas e anônimos dão sua parcela de contribuição para a paz social em todos os cantos do País. E, dificilmente, são reconhecidos, exceto pelos que são alcançados por sua atuação humanitária. O mais novo exemplo que está sendo reconhecido é o de um cidadão que entrou na Força Aérea Brasileira como sargento e há 25 anos desenvolve um projeto de recuperação de jovens em estado de risco. Agora, esse brasileiro está indicado para o Prêmio Nobel da Paz.

O Instituto Pró-menor, que mudou a vida de milhares de jovens em diversos estados do Brasil será, dentro de alguns dias, conhecido no mundo inteiro. O responsável pelo projeto, o suboficial da reserva da Força Aérea Brasileira Carlos Roberto dos Santos, foi um dos indicados ao prêmio Nobel da Paz, entre 17 nomes da América Latina. O vencedor será anunciado em uma cerimônia na sexta-feira (8/10), em Oslo, na Noruega.

O projeto de Carlinhos, como é conhecido o militar, tem 25 anos de atividade e atua em 18 estados do Brasil. Cerca de 20 mil jovens em situação de risco já foram atendidos e encaminhados ao mercado de trabalho. A origem do Pró-menor está ligada à trajetória do suboficial na Força Aérea Brasileira.

Há 25 anos, o então terceiro sargento Carlos servia na Base Aérea do Galeão, na Ilha do Governador (RJ). Na ocasião, obteve o aval do comandante da base para o início de um curso de profissionalização para jovens em áreas de risco da periferia do quartel. Um galpão abandonado serviu de sala de aula para 25 jovens – 15 da FUNABEM e 10 de outros projetos sociais da cidade -, que aprenderam profissões como auxiliar de mecânico de aviação, agente de aeroporto, lanternagem e pintura de aeronaves, secretariado e comissaria de aeroporto.

Os jovens passavam quase todo o dia na base. Eles tomavam café da manhã, almoçavam com os militares e, na parte da tarde, iam para a oficina. A jornada só terminava à noite, quando voltavam da escola em que estavam matriculados. O resultado do esforço dos professores voluntários – que incluíam os sargentos da base – foi a entrada no mercado de trabalho de 80% dos alunos, em apenas seis meses de curso.

Depois de 25 anos de atividade, o Pró-menor ocupa diversos quartéis no país, não só da FAB, mas também do Exército Brasileiro e da Marinha do Brasil. O trabalho atinge diversas frentes. Além do ensino profissionalizante e supletivo, inclui a reabilitação de usuários de drogas.

Fonte: CECOMSAER – 07/10/2010 – 09h23 http://www.fab.mil.br/portal/capa/index.php?mostra=6104

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