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AMOR E REVOLUÇÃO COMEÇA COM DEDO NA FERIDA DA DITADURA

5 de abril de 2011

Marcos Breda e Gabriela Alves vivem casal de comunistas que tem os filhos sequestrados, na novela do SBT (Foto: Divulgação)

Tudo bem que a produção contém alguns pecados técnicos, dentre eles a falta de sincronismo entre o áudio e o movimento dos lábios dos atores, mas o primeiro capítulo de “Amor e Revolução”, novela do SBT, levado ao ar na noite desta terça, dia 5 de abril, tem tudo para dar muito o que falar.

A novela mistura realidade com ficção para, de certo modo, denunciar o ambiente de caça às bruxas havido em março de 1964. Um dos pontos altos, e que mais prometem sensibilizar a opinião pública, é o sequestro de filhos de militantes de esquerda presos pelo regime.

Ainda é cedo para dizer se o folhetim estará à altura do que promete, até porque não se sabe até que ponto o “patrão” vai resistir às pressões das viúvas da ditadura, mas o ambiente é de expectativa. Afinal, “Amor e Revolução” ousa abordar o obscuro movimento dos generais e fala, claramente, sobre a Operação Brother Sam, o envio de tropas da marinha americana para apoiar os golpistas contra o governo constitucional de João Goulart, bem como das atrocidades cometidas pelo regime contra a população brasileira em nome do combate ao “comunismo internacional”.

 

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