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RIQUEZA, AO ALCANCE DE QUALQUER PESSOA

25 de maio de 2011

José Caldas da Costa

Temos, no negócio que desenvolvemos, um grupo de “mente mestra” que sempre estuda um livro e se reúne todas as segundas-feiras, durante uma hora, para discutir o que foi lido durante a semana. Chamamos a isso “grupo de foco de mente mestra” e reunimo-nos no VipCenter Training, em Jardim da Penha, Vitória.

Atualmente, iniciamos o estudo do livro “O homem mais rico da Babilônia”, um clássico escrito pelo norte-americano George Clason, que viveu entre a segunda metade do século XIX e o início do século XX. O livro é resultado de uma série de panfletos publicados por Clason utilizando fábulas babilônicas para ensinar princípios de gestão de dinheiro.

“O homem mais rico da Babilônia” é um livro que deveria ser matéria obrigatória nas escolas regulares, se o governo quisesse mesmo dar educação financeira aos alunos, como tem apregoado. Recentemente, a ONU manisfestou preocupação com o fato de que o Brasil vai envelhecer antes de enriquecer e, como ensina Clason, “nossa prosperidade como nação depende de nossa prosperidade como indivíduos”.

Para aguçar a curiosidade, quero passar aqui algumas idéias introdutórias ao livro. Ele conta a história de dois amigos que se encontram no desânimo. Um deles, o melhor fabricante de carruagens da Babilônia, e outro um exímio músico. Os dois, igualmente, desanimados com sua “corrida dos ratos” – aquela em que se trabalha e se ganha dinheiro, mas nunca se sai do lugar.

Resolvem, então, procurar um antigo amigo de infância, que nunca foi brilhante nem na escola e nem nas brincadeiras, mas que havia se tornado no homem mais rico da Babilônia. Um dos amigos estava, profundamente, impactado com o sonho que tivera na noite anterior e com a constatação, ao acordar, de que não tinha sequer dois ciclos para emprestar ao outro amigo.

Ao procurarem o amigo rico, que nunca havia se tornado indisponível a eles, receberam as primeiras lições da riqueza: inconformar-se com a pobreza, desejar “participar dos banquetes”, ter um plano para mudar, aconselhar-se com as pessoas certas, gastar menos do que ganha, reservar, religiosamente, um décimo dos ganhos como poupança da fortuna, destinar igual fração à caridade e outra fração para o “serviço dos deuses”.

Para conseguir isso, começa-se com aquilo que está ao alcance de qualquer pessoa, independente de sua condição econômico-financeira: tempo e estudo. Tempo todos temos na mesma quantidade, e estudo cada um tem que dedicar parte do tempo nele, a fim de se obter o que mais se deseja, o sucesso.

Se alguém desejar participar de nosso grupo de foco, faça contato.

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