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CAPARAÓ: SARGENTO ASSASSINADO PELA DITADURA É HOMENAGEADO NO SUL DO PAÍS

24 de agosto de 2011

Se Manoel Raimundo Soares estivesse no Caparaó, o desfecho da guerrilha teria sido outro. Esta é a opinião da maioria dos participantes da Guerrilha do Caparaó (1966-67), a primeira tentativa de reação ao regime militar instalado no Brasil em 1964 por militares de direita. Essa opinião é corrente, principalmente, entre o pessoal oriundo do Exército, do qual Manoel Raimundo era sargento.

A Guerrilha do Caparaó estava em preparação quando Manoel Raimundo Soares caiu numa armadilha da repressão, foi preso, torturado e assassinado quando preparava-se para deixar a prisão, graças a um habeas corpus. Conhecido como “o caso das mãos amarradas”, o assassinato de Soares nunca ficou esclarecido. Há um relato completo no meu livro “Caparaó – a primeira guerrilha contra a ditadura”.

Agora, Soares será homenageado no Rio Grande do Sul, Estado onde foi preso, torturado e morto na ditadura militar. A homenagem será na sexta-feira, dia 26 de agosto, data da morte provável de Manoel Raimundo Soares.

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