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Negada liberdade para advogado-pastor da Maranata

15 de março de 2013

Carlos Itamar pediu liminar em habeas corpus, mas desembargador Adalto Tristão prefere aguardar.

O desembargador Adalto Dias Tristão, do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES), negou, na noite desta quinta-feira (14), a concessão de decisão liminar para soltar Carlos Itamar Coelho Pimenta, preso desde terça-feira (12) sob acusação de ameaçar testemunha no processo de investigação criminal de supostas irregularidades cometidas pela administração da Igreja Cristã Maranata. Além de Carlos Itamar, estão presos mais três dirigentes da igreja.
A defesa argumentou que Carlos Itamar Coelho Pimenta, que também é advogado, tem contra si apenas a imputação de ter coagido uma testemunha, “não havendo qualquer indicação de sua participação em outra ação delituosa”.
Entretanto, em sua decisão no habeas corpus 0005389-16.2013.8.08.0000, o desembargador Adalto Tristão disse que prefere aguardar a juntada das informações já requeridas à autoridade coatora, como como a manifestação da Procuradoria de Justiça, “que lançará parecer nos autos, para uma análise mais aprofundada acerca dos fundamentos lançados neste remédio constitucional”.

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